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Venho relatar neste trabalho a vida de um aluno que a dois anos frequenta minha escola. Embora não tenha trabalhado diretamente com ele em sala de aula, cruzo os ambientes e convivo com suas possibilidades e impossibilidades.
Maurício é um adorável menino que utiliza cadeira de rodas, possui uma paralizia abaixo dos quadris, amigo, agitado, feliz e sorridente , não se entristece com nenhum problema.
Em seu primeiro dia de aula, recordo-me que pediu a uma amiga minha também professora o jogo de raquetes e bola de ping-pong, ao indagá-lo com quem ia jogar, inesperadamente apontou para o primeiro colega que passava pelo saguão no momento e disse: Com você! Vou jogar ping-pong com ele !
Maurício é assim, se impõe, e significativamente acho isto muito positivo! Ele possui atitudes e sabe o que quer. Viu que é muito especial, aliás foi através dele que a escola se enquadrou à rampas nas portas e em outros critérios de construções possíveis e imprescindíveis a estas deficiências.
Seus colegas tem atenção redrobrada com ele, em todas atividades Maurício é sempre participativo e autêntico. Está se alfabetizando, descobrindo e se deliciando com o mundo da leitura!
Sendo assim o seguinte relato nos evidencia a evolução no processo de pessoas com alguma deficiência, estando a escola aberta a toda e qualquer diferença. Sabemos que o apoio familiar neste processo é fundamental, pois antes mesmo de fazer com que os filhos entrem na escola e se apropriem de aprendizagens, o convívio social parte da família que neste caso, auxilia e encoraja Maurício as temporaliodades da vida.
Com os textos propostos pela disciplina especificamente enfocando a deficiência mental, vimos que a tragetória da busca pela educação dos deficientes está em um processo de crescimento, e que hoje, contrário a tempos atrás é possível analisar a qualidade da educação sem contemplar os aspectos sociais, econômico e estruturais que cada cidadão traz.
Como nos relata o texto: História, deficiência e educação especial da professora Arlete Aparecida Bertolo Miranda , onde extamente nos diz: "Em cada época, as concepções de deficiência mental refletaim as expectativas sociais daquele momento histórico."
Satisfatório saber que o aluno aqui relatado vivencia o melhor tempo da educação!
UNIDADE 2: Políticas Públicas Brasileiras em Educação Especial e o Projeto Político - Pedagógico da Educação Inclusiva.
A escola aqui relata é uma escola da zona rural de Três Cachoeiras na comunidade de Vila Fernando Ferrari, é uma escola pólo onde recebe alunos de diferentes localidades do município, localizada as margens da BR 101. Uma escola com apenas 200 alunos que tramintam desde o pré a 8° série.
Como relatei anteriormente o aluno Maurício é o rpimeiro e único deficiente físico na escola com rampas e recreacionista para o momento do recreio onde por ventura poderia haver alguma intervenção contra os alunos, e foi através dele que a mesma tem buscado oferecer melhores condições de socialização e realização das diferentes aprendizagens que a escola pode propiciar. Maurício está com oito anos e cursa o segundo ano com muito entusiasmo. participa de todas atividades exigindo de seus colegas e dele próprio todo o empenho necessário para a realização das atividades. Na seman passada realizamos uma caça ao tesouro que se constituia em achar pistas (epalhadas pelos arredores da escola) e achas a caixa de tesouro ( um livro didático para o alunos do curso GEEMPA), sua empolgação era tamanha que rodopiava e corria com sua cadeira atrás das pistas, que seguradamente estavam em locais que o alunos possivelmente acharia, e achou... tamanha foi sua satisfação!!! Neste atos acredito que a inclusão está presente em minha escola pelas mãos de sérios e competentes amantes da educação!!
Entendo que a escola se apropria destas mudanças amparadas e obrigadas por lei , já que a lei determina que as escolas devem se adequar aos alunos portadores de qualquer deficência. O desconhecimento das responsabilidades eram então desconhecidas em minha escola. Foi na superficialidade como nos relata Claudio Roberto Baptista no texto: A inclusão e seu sentidos: entre edifícios e tendas, que nos encorajamos e nos descobrimos cobrados pela família do aluno aqui analisado. Porque a superficialaidade nos faz ver o que está feito, o que alcançamos, mas a inclusão nos requer mais, nos requer um desfobramento de olhar sobre aquele aluno, suas diferentes potencialidades e possibilidades.
O aluno frequenta também atendimento pela APAE do município com auxílio pedagógico, fonodióloga e fisioterapeuta,em turno inverso, onde os pais o acompanham. Não há no momneto sala de recursos disponível para os alunos de minha escola. Mas o aluno aqui relatado têm demonstrado um grande avanço em seus estudos, demonstrando prazer e crescimento nas atividades escolares.
A escoal Fernando Ferrari acredita que há inclusão no momento em que cumprimos com a lei , e mais , no momento em que nos comprometemos com amor a vida desses alunos, como a nossa profissão!!
Unidade 3 – Serviços de Atendimento Educacional Especializado
No município de Três Cachoeiras há para atendimento especializado a APAE que desenvolve com excelente capacidade diferentes atividades para integração, articulação e melhoria na qualidade de vida dos portadores de deficiência. O site mostra-nos a organização e comprometimento desta entidade, que atende 102 alunos. As turmas sõa divididas por ciclose atende alunos do EJA, estes alunos recebem diferentes atividades para auxiliarem o seu processo social como: educação, culinária, horta, hiegiene e artesanato. Deste total 42 alunos frequentam a educação infantil e ensino fundamental, nesta escola : João de Barro. Os demais alunos recebem auxilios específicos como: assistente social, fonodióloga, terapeuta, neurologista e psicopedagoga. Com nos relata os textos proposto pela interdisciplina este atendimento está é necessário e garantido por lei pela própria escola que o alunos frequentam ou por alguma instituição. O horário deve ser inverso o de aula para que o aluno não perca o desenvolvimento das atividades propostas na escola. A APAE propicia esses cuidados de frequencia e assiduidade as aulas para seus alunos, fazendo o possível para que TODOS tenham acesso as atividades e um bom desenvolvimento de suas potencialidades.
PARTE B)
O aluno aqui relatado é um menino de oito anos portador de uma deficiência física, que locomove-se com cadeiras de rodas. Ele está no 2° ano, recebe atendimentos especializados pela APAE local. Ele será meu estudo de caso nesta interdisciplina.
Unidade 4
O aluno Maurício tem oito anos possui deficiência física, mora com os pais e um irmão na localidade rural de Três Cachoeiras.
O pai é agricultor, a mãe do lar, com renda máxima de dois salários mínimos, religião católica e com o ensino fundamental de formação escolar.
A mãe acompanha Maurício a todas as atividades em que lhe é oferecida pela APAE em turno inverso ao da escola. No transporte escolar Maurício é conduzido pelos pais e na escola (funcionárias) o transportam do micro ônibus até sua cadeira. Sua mãe prontamente forneceu-me as informações e a autorização deste dados, tendo certeza de que seu filho é feliz estando em plena socialização com outra crianças e com o aprendizado. O aluno sempre engateou ( ele possui apenas a parte superior da coxa) e o estímulo maior comenta a mãe foi o desenvolvimento dele com o irmão (que não apresenta deficiência alguma). Os estímulos da socialização com o irmão, de engatear, de ir onde queria pela casa e pelo pátio e o fato de nos primeiros anos não possuir cadeira de rodas desenvolveu sua cordenação, sua auto-estima e sua personalidade que é a de um vencedor!
Atividade 5
A história de vida de Maurício, pude constatar que ele freqüenta Atendimento Especializado na APAE de Três Cachoeiras.
Estes são Fisioterapia e Fonoaudióloga, indo uma vez por semana em horário inverso ao da escola, ou seja, no período da manhã. Ele é levado pela sua mãe até a instituição.
Maurício freqüenta a sessões de fisioterapia desde dois meses de vida. Lá realiza exercícios, como ficar em pé, sendo ou não através de aparelhos para o fortalecimento de suas pernas, dentre outros para obter melhores resultados com seus membros inferiores. Cabe ressaltar, que desde pequeno, com o passar do tempo, ele começou a engatinhar, estímulo este ocorrido devido à ajuda de seu irmão (que não apresenta deficiência física), que o auxilia a desenvolver sua coordenação e sua auto-estima.
Já com a fonoaudióloga, começou a frequentá-la ano passado para obter melhores desenvolvimentos em sua comunicação (fala). Durante este período, já está obtendo grandes avanços, tendo bons desempenhos e se continuar assim, será liberado até no final do ano.
Isso devido a seu esforço e de sua família que lhe acompanha em todos os momentos, motivando-o para que possa seguir em frente sua vida .
Atividade 6
O aluno Maurício relaciona-se bem com todos porém com seus colegas algumas vezes ultrapassa os limites, querendo impor sua deficiência como algo que o sempre o privilegie. Há alguns dias vem mostarndo uma certa revolta e por isso desconta em seus colegas. Suas ações variam de riscar os trabalhos dos colegas, quer ser o primeiro em tudo, não admite perder nos jogos.
Sua professora sempre conversa com o mesmo separadamente, mostrando a ele o quanto ele é importante na turma, pra seus amigos e familiares e que sua deficiência não deve ser um artifício de ganhar as situações e oq ue mesmo possui apenas limitações como outras pessoas possuem de forma diferente. A mesma sempre que possível utiliza técnicas de socializaçãoe integração entre a turma.
A escola está se adaptando através das rampas, fraldário especial e classe adaptada.
A sa família está sempre preocupada com o desenvolvimento de Maurício que é significativamente satisfatório, mas sua mãe quer que ele seja mais independente para que possa se desenvolver plenamente nas outras fases de vida.
O mesmo encontra-se no nível silábico onde representa para cada vez que abre a boca (cada sílaba) uma letra. Associa e compreende muito os sons às respectivas letras, portanto logo, logo estará alfabetizado.
OBs. As informações aqui relatadas na atividade 6 foram retiradas através de um dia´logo com a professora e colega Janine Lumentz, professora atual do aluno.
Ao reler toda a análise do Estudo de caso do dossiê do aluno Maurício observo que toda sua experimentação social obtida com sua família foi significa mente positiva para seu desenvolvimento em sala de aula, bem como a apropriação dos estudos desenvolvidos em sua turma.
As condições físicas do ambiente escolar passaram por modificações, mas o mais importante acontece na relação diária das interlocuções entre o aluno e seu aparentemente “problema físico”, seus colegas, professora, enfim todas as pessoas envolvidas no processo. Esta prática assemelha-se com o que nos relata Lenise Casçula Pistóia em seu texto: Diversidade e Currículo:
“O que se busca é a conjunção do direito de todos ao saber e à necessidade de se formar uma geração que dê conta das demandas de uma sociedade do conhecimento, cujo perfil é delineado pelas diferenças.”
No momento das atividades é possível ver o entusiasmo com que o mesmo desenvolve as mesmas, como consegue ter noção espacial, bem como agilidade e concentração das atividades.
É realizado um parecer descritivo por trimestre, e a cada mês, conforme o trabalho desenvolvido pela professora é desenvolvido uma aula entrevista com o mesmo para saber em que nível psicogênico se encontra no processo de leitura e escrita de palavras, bem como todos os outros campos: lógico, matemático, psicomotor, tal processo é muito importante para a conclusão do processo do aluno, bem como todas as atividades desenvolvidas em todo o ambiente escolar, dando possibilidade ao aluno demonstrar suas diferentes habilidades.
Admiro o trabalho desenvolvido pela colega professora de Maurício uma vez que a mesma sabe de todo o potencial dele, mas que cuidadosamente age dentro e fora da sala para que isso efetivamente seja apenas uma diferença comum a tantas outras. Como nos coloca sabiamente a autora Pistóia no texto referido anteriormente,
“Em compensação, mudar-se à talvez a escola se os problemas foram colocados em termos de competência profissional dos professores, de qualidade do serviço prestado, de eficácia da gestão das aprendizagens.”
O profissional dedicado e atento a aprendizagem do seu aluno, consegue desenvolver um bom trabalho, tendo este alguma deficiência física, motora ou psicológica, lembrando sempre da relação que ocorre em todo o processo de aprendizagem.
Comments (11)
Graciela Rodrigues said
at 1:00 pm on Apr 2, 2009
Certo Carem, bom início!
Graciela Rodrigues said
at 9:17 pm on Apr 5, 2009
Que relação estabele teu relato com as leituras? Vamos pensar sobre isto? Abraços
Graciela Rodrigues said
at 8:52 pm on Apr 15, 2009
Muito bom tua complementação Carem, percebe-se o comprometimento dos profissionais na educaçao dos aluno desta Escola. Vamos começar o dossiê pra a Unidade 2? Bom trabalho!
Graciela Rodrigues said
at 9:56 pm on Apr 16, 2009
Somente gostaria então, que articulasse teu relato da realidade com as leituras da UnIdade 2. Que aproximações fazes?
Bom trabalho.
Graciela Rodrigues said
at 12:17 am on May 1, 2009
Na parte A dos Serviços, que reflexões realizas a partir dos textos desta unidade com seus dados?
Graciela Rodrigues said
at 11:12 pm on May 21, 2009
Olá Carem, que outras informações você acha relevante trazer relativas a unidade 4? Aguardo complementação.
Graciela Rodrigues said
at 10:10 pm on May 24, 2009
Oi Carem, complementaste teus dados relativos a unidade 4.
Graciela Rodrigues said
at 6:42 pm on Jun 7, 2009
Olá Carem! Você e a Catiane estão realizando o mesmo estudo de caso certo? Percebo muitas semelhanças na escrita de vocês. As informações podem ser iguais e devem pois trata-ser da mesma pessoa, porém a forma de escrever precisa ser particular. Contemplaste as informações para a unidade. Abraços!
Graciela Rodrigues said
at 10:09 pm on Jun 21, 2009
Oi Carem! Informações contempladas. Quero que esclareça é que é nível silábico e que unifique o tipo de fonte usada no registro certo? Aguardo.
Graciela Rodrigues said
at 11:48 pm on Jun 21, 2009
Observação contemplada.
Graciela Rodrigues said
at 12:34 am on Jul 5, 2009
Olá Carem. Apresentas um texto contemplando algumas solicitações da unidade. Faltou fazer uma conclusão colocando as tuas aprendizagens a partir deste estudo. Além disso, observe a escrita de "significa mente". A "aula entrevista" é feita com todos os aluno ou somente com o menino? Caso seja somente com ele, justifique conforme a professora.Espero as observações efetivadas. Abraços.
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